sábado, 9 de maio de 2009

the o.c

Quem nunca foi viciado em The O.C. ?


Um vicio fútil, eu sei. Ah, mas como era bom quando chegava aquele dia da semana (afinal os episódios 'inéditos' eram transmitidos somente uma vez na semana pela Warner) e finalmente iríamos ver o que iria acontecer com Ryan, Seth, Marisa, Summer, entre outros. Mas a serie começou a decair quando Marisa morreu. Quem não chorou quando no ultimo episódio da terceira temporada Marisa morre nos braços de Ryan? Bem, eu chorei. Chorei também no ultimo episódio da serie, quando há aquela passagem de tempo e tudo. Bom seria que continuasse, pois series como aquela não se fazem mais. Gossip Girl e Beverly Hills 90.210 não chegam não aos pés do que foi The O.C. .

ô distancia

Saudade. Será que essa é palavra certa para se usar? Eu sinto saudade daqueles que moram longe, e por causa da distancia, não posso ver todo dia. Dizia uma pessoa assim: "A distancia permite Saudade, mas nunca o esquecimento, por mais longe que você esteja, sempre estará no meu pensamento."
Nada mais que a pura verdade. Não importa quantos quilometros nos separem eu jamais vou esquecer dessas pessoas. Jamais. O amor não distingue o que é perto ou o que é longe, por isso o meu amor não vai diminuir em nada, mesmo que se passe décadas e que cada vez mais a distancia aumente.
A distancia que nos separa faz doer, mas nada que minha mente e o amor que sinto por eles não possam amenizar.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Passado é bom...

Bom é o tempo quando somos crianças e podemos brincar sem se preocupar com o teste de física, podemos nos sujar e dizer que foi 'sem querer', não nos preocupamos com inúmeras matérias na escola. Bom era quando chegava sexta e parecia que um mundo novo começava, um mundo somente de brincadeira sem nada que lembrasse a escola. Era bom quando eu não tinha que me preocupar com um tal de Bernoulli, com soluções, com um tal de calor latente. Não precisava lembrar do Luís francês e apenas tinha que lembrar quem descobriu o Brasil. Bom era quando a prova de matemática era 2+2 não quando 26-x = y+9 . Mas as coisas mudam, nós crescemos, ganhamos novas responsabilidades. Com tudo isso vem um monte de coisa chata, como ter que estudar todo dia, se preocupar com um monte de coisa e decidir que carreira queres seguir. Mas mesmo assim vem coisas boas, vem a descoberta de novas coisas, coisas incrivelmente inéditas e legais. Era bom quando eu era criança e só tinha que me preocupar de combinar as roupas das Barbies, mas é muito mais legal, fazer com que a sua vida vida no futuro seja algo bom. O passado é bom, mas o futuro é ainda melhor.

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Sir Isaac Newton. Só por que o cara foi O cara.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

15 anos sem Senna


Hoje, 1 de maio, faz 15 anos que um ídolo brasileiro morreu: Ayrton Senna. Símbolo de determinação, Senna foi um dos brasileiros (por que não o que mais) brilhou na Formula 1. Em 10 anos (1984-1994) que correu na principal categoria automobilistica, Senna passou por quarto equipes, Toleman, Lotus, McLaren e Williams, teve 65 pole positions, 80 podios, onde 41 vezes foi no lugar mais alto, somando no total 610 pontos. Seu primeiro GP foi o de o Grande Prêmio do Brasil em 1984,sendo sua primeira vitoria no Grande Prêmio de Portugal em 1985 e sua ultima vitoria foi no GP da Australia em 1993, e sua ultima corrida foi em San Marino em 1994. Senna teve um Gp memoravel. Em pista molhada, Senna sempre foi talentoso. No Grande Prêmio da Europa de 1993, em Donington Park, demonstrou seu talento ao sair em quarto lugar, cair para quinto e, depois, ir para a primeira posição, ainda na metade da primeira volta, passando Michael Schumacher, Karl Wendlinger, Damon Hill e Prost. No decorrer da prova, com a instabilidade climática, havia períodos em que a chuva cessava e logo depois voltava, aumentando a dificuldade para os pilotos e para as equipes, que precisavam ser o mais eficientes possível nas trocas de pneus "slick", ou seja, pneu para pista seca, e pneus "biscoito", para pista molhada. Senna, por sua vez, dispensou essa particularidade que os pneus exigiam, não entrando nos boxes para as trocas quando a pista molhava, segurando o carro na chuva com os pneus "slicks" de pista seca, e não se dando por satisfeito, conseguia se manter na frente dos seus adversários, correndo mais rápido do que eles, com os seus respectivos carros devidamente adequados com pneus "biscoito", de chuva. Ao fim da prova, tinha uma vantagem de uma volta sobre praticamente todos os oponentes, exceto Damon Hill, que chegou em segundo lugar por que o próprio Senna permitiu, para forçar seu rival Prost a chegar em terceiro lugar. Mas também teve um GP, onde nós brasileiros jamais vamos esquecer: O Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Foi nesse GP, que o sonho de Senna, assim como o do todo Brasil acabou. Senna, após uma curva perigosa, perdeu o controle do carro e bateu. Um acidente fatal.
Quinze anos de passaram desde que o acidente fatal aconteceu, e faz 15 anos, que nós brasileiros não sabemos mais o que é ter um campeão na Formula 1. Faz 15 anos que sonhamos com outro 'Senna'. Mas outro Senna não haverá. Nosso heroi morreu, e levou um pedaço de nós brasileiros.

Aprendam com Edward Cullen...



...porque tá passando da hora desses meros machos mortais aprenderem a ser charmosos, educados, românticos, inteligentes, lindos, sexies, ricos, adoráveis e altruístas, que saibam ler nossas mentes e realizar nossos desejos, que saibam tocar piano e compor músicas para você, que tenham 1,85 m, que pareça com o mítico deus grego Adônis, cabelo desalinhado com um curioso tom bronze, olhos negros, topázio, e dourado que variam dependendo do que se sente no momento, dedos longos e sorriso deslumbrante, corpo bonito e malhado, total e absolutamente perfeito. Ah, e de quebra dono de um volvo C30 – prateado, que tal?

Medo

Eu estou com medo. Medo dessa pandemia que se tornou a Gripe A, mais popularmente conhecida como Gripe Suína. Medo que ela chegue aqui no meu país, no meu estado, na minha cidade.
Tenho medo. Posso ser covarde por ter medo, mas não me importo, isso é uma ameaça mundial, e todos tem medo dela, por mais que digam que não, todos têm.