quinta-feira, 11 de agosto de 2011

it is TO


Big Cities


Se tem uma coisa que eu sou completamente apaixonada, é viajar. Conhecer novos lugares e pessoas, para mim, é algo único e fascinante. Outra coisa que também adoro é fotografia, principalmente de lugares, mas que fogem do lugar-comum que vemos nos guias turísticos. Tenho vontade de conhecer o mundo todo, mas enquanto não tenho como (leia-se dinheiro), me contento apenas em observar as belas fotos dessas cidades.

I miss it

I miss Toronto. A lot.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mantendo contato apesar das distancias


Quem nunca viajou e conheceu uma pessoa maravilhosa?
O ruim de viajar e conhecer pessoas novas está justamente na hora de dizer adeus. Existem pessoas que nos fazem ter vontade de tê-las ao nosso lado todo os dias. O adeus é evitável, por incrível que pareça. Pode-se transformar um "adeus" em um "até logo".
Hoje em dia o que não falta é maneiras de se manter contato com aquelas pessoas que não estão do nosso lado todo dia, devido principalmente pela distancia. Os meios vão do mais pratico e moderno como o Twitter e o Facebook, até os mais arcaicos, como as cartas.
Acho que já foi visto aqui uma frase que tenho no lado direito do blog, além daquela que é do Zeca Camargo. É uma que fala de distancia. Acho que ela resume muito bem o que quero demostrar aqui. Não é porque há uma distancia que separa as pessoas que elas devem simplesmente ignorar que um dia se conheceram e passaram bons momentos juntas.
Fiz amigos maravilhosos que, infelizmente, não moram perto de mim. Estão espalhados pelo país (ok, Sampa, melhor dizendo), e por outros países por ai. Tento manter o contato, mas admito que as vezes é difícil.
Inevitavelmente alguns eu jamais irei reencontrar, mas espero que muitos eu reencontre por ai, e viva coisas novas porém igualmente inesquecíveis a aquelas que um dia já vivemos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011


“Uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida: um vestido preto e um homem que a ame”

Coco Chanel

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Individualidade


Individualidade. Até que ponto ela se faz presente nos relacionamentos?
Estava vendo a nova da 9, Insensato Coração, quando teve uma cena na qual a personagem de Camila Pitanga ( Carol) tinha uma discussão com o personagem de Lázaro Ramos (André). No fim, Carol começa a questionar sobre as "esquisitices" de André no que tange a individualidade. Ela reclamou de varias coisas, das mais bestas às mais importantes. Será mesmo que a individualidade é algo que deve ser extinguido dos relacionamentos?
Creio que não. Se há algo que eu prezo muito, não importa qual seja o relacionamento, é a individualidade. Acho que a individualidade é algo essencial para a manutenção de um relacionamento. Quando alguém se interessa por você, na maioria da vezes, é por causa daquelas características unicas que você tem. Se quando o relacionamento começa, você deixar a sua individualidade de lado, logo o relacionamento cairá na mesmice e na chatice. Você acaba perdendo a sua própria identidade.
Acho inclusive, uma ofensa quando certas individualidades não são respeitadas. Serio. Existem coisas que são muito pessoais, e somente você, e ninguém mais, devem saber. Só de pensar em compartilhar tudo, já me dá nos nervos.
Não que eu ache que nada deva ser compartilhado, não é isso. Até porque, um relacionamento é feito de companheirismo. Mas compartilhar tudo, nãaao!
Perder a individualidade, num relacionamento, para mim, é impensável. Preservar a individualidade, até certo ponto, é questão de respeito.
Sendo assim, acho que estou junto com o personagem de Lázaro Ramos, ou seja, sou a favor da manutenção da individualidade (até certo ponto) nos relacionamentos.