quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Aaaah!

Eu quero tempo !
Quero tempo para ler/ terminar os livros que tenho aqui. Faz tento tempo que não lei um. O ultimo foi Comer, Rezar e Amar. Depois disso comprei dois, Marley & Eu e O segredo das coisas perdidas.
Comecei a ler o primeiro, mas enjoei rápido dele. Já o segundo eu 'estou' lendo, mas estou sem tempo para ler o resto, e olha que ele é legal.
Queria ter tanto mais tempo, poxa.

Não é a toa que ando sumida daqui.
Afinal agora é só estudar, estudar e estudar.

Tchaau :*

(PS: Tem três livros que eu quero ler: Ps eu te amo, Confie em Mim e Sonho de uma noite de Verão.)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!

Vinícius de Moraes

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Não há palavras

Amigas. Agente se conhece a sei lá quanto tempo, mas uma vida foi passada com elas. Sabe, é triste saber que daqui um tempo, cada um vai seguir com a sua vida. Me pergunto, se mesmo não convivendo no dia-a-dia, a amizade ainda permanecerá a mesma. E cada dia eu acho que sim. Ontem foi a prova disso. Mesmo um pouco distantes, se formos comparar com ano passado, mesmo não estando mais na mesma sala (ou no mesmo colégio como é o caso da Marcelle), quando estamos juntas, parece que o tempo não passou, parece que tudo ainda é igual. Claro que não é igual, nada acontece duas vezes, mas de uma coisa eu tenho certeza, com elas, tudo fica mais simples, mais feliz. Cada um de nós tem uma característica, cada uma nós tem um jeito de ser, mas nós somos amigas. E não haverá tempo nem distancia que separará isso.
Eu amo vocês independente de tudo. Muito obrigada por tudo, pelas conversas, pelos micos que pagamos juntas, por tudo, por que as melhores coisas jamais serão esquecidas, serão para sempre lembradas. Não há palavras para explicar o amor que sinto por vocês.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Quando vira problema

Ter um amigo homem é bom. Eu gosto, pois há certas horas que é melhor conversar com menino que menina, entre eles, quando o assunto é futebol. É bacana ter a opinião do sexo oposto, mas o que era pra ser um conto de fada vira problema. A chamada 'amizade colorida' acontece com muitas pessoas, e há quem goste, mas eu particularmente não sou fã. Para mim, amizade é uma coisa, amor é outra. É claro que você ama um amigo, mas é preciso que haja uma separação para que um dos dois não se confundam e o negocio vire confusão.
Já aconteceu comigo, e não foi só uma vez. Sinto muito em dizer que não gostei da experiência. Na primeira vez, eu fiquei triste, tinha vontade de chorar, pois eu gostava (gosto) muito dele, mas era só amizade, mais nada. A segunda vez foi um pouco mais diferente, e prefiro nem comentar. A verdade é que quando um amigo seu começa a gostar de você, a chance de perder o amigo é muito grande, pois rejeitando ou aceitando, as coisas JAMAIS serão as mesmas de antes.
Depois dessas 'experiências' eu decidi que a minha regra numero uma deveria voltar mesmo. Traduzindo: Não ficar de maneira nenhuma com amigo.
Eu separo demais as minhas amizades, e valorizo elas, por isso, perder um amigo, para mim, é um grande golpe. Não gosto.
Eu vejo um amigo como aquele que é quase teu irmão, que tu podes falar inúmeras besteiras no msn e rir, não ter vergonha de ser o que é, sem frescura nenhuma. Por isso, por causa dessa relação fraterna, não consigo ficar com amigo. E não há nada que mude isso. Prefiro uma amizade que uma 'ficada'.

domingo, 23 de agosto de 2009

Sem as quatro estrelas

Hoje começa o Calcio, o futebol Italiano. Sou uma telespectadora assídua da liga italiana, mas após um fim de temporada horrível para todos os times, não estou nem um pouco eufórica para o retorno dos jogos. O futebol italiano está em decadencia, suas estrelas estão indo para outras ligas, o Calcio está perdendo o seu prestigio. Atualmente (eu sou realista), só existe dois clubes grandes, Juventus e Inter. O Milan está em uma decadência crescente, está literalmente 'descendo o barranco'. Após a saída do meia brasileiro Kaká, e da substituição de Carlo Ancelotti por Leonardo, o Milan, não fez nenhuma contratação de 'peso' e viu cada vez mais a sua diretoria envolvida com escândalos. A Inter perdeu o Ibra, mas ganhou o Eto. Fora isso, nada mais de grande destaque aconteceu com os clubes italianos. A Juventus contratou Diego, mas que a tempos não tem o mesmo destaque que teve quando foi revelado pelo Santos. A Roma? A Roma mais vendeu do que contratou. Vendeu incrivelmente o meia Alberto Aquilani, uma das estrelas da equipe. Está cada vez mais ao ponto de vender o próprio clube, e quando isso se concretizar, só Deus sabe o que vai acontecer com o clube.
Os técnicos nem se fala então. Já comentei sobre a saída de Ancelotti, os que ficaram, José Mourinho e Luciano Spaletti, tem uma grande tarefa a sua frente: Delvolver ao Calcio o prestigio perdido.
Até a Seleção Nacional anda mal. Após uma péssima campanha na Copa das Confederações, parece que o principal objetivo, que seria inspirar os sues clubes nacionais, desapareceu. Até o técnico da Azzurra já pediu para que os seus jogadores (italianos), não deixem a sua terra natal, que não vão jogar em outros campeonatos. Parece que nada resolveu. Nem mesmo eles querem permanecer em um país cujo campeonato tem como destaque os escândalos envolvendo seus dirigentes, e não o futebol.
O futebol quatro estrelas, está cada vez mais igual ao nosso cinco estrelas, onde os jogadores da selecção nacional não jogam no seu país. Onde seu campeonato mais serve como ponto de exportação do que de atrativo. É triste ver um campeonato que a pouco tempo atrás era maravilhoso, hoje perdido, sendo somente um coadjuvante.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O romantismo não acabou...

O que aconteceu foi que os homens mudaram.
Sabe aquela historia de mandar bombons e um buquê de flores? Parece antiquado? Pois não é. Não para nós mulheres. Para nós isso significa romantismo, preocupação, afeto.
Hoje, eu percebi isso. Gente isso é lindo! Mandar flores! Até eu que não gosto desses clichês, acho isso legal. Imagine, quando tu menos esperar, alguém mostrar para ti o quanto é que és especial. Pois para o homem demonstrar tanto afeto, ele precisa gostar muito da menina.
Ai é que tá o problema. Cada vez mais, as mulheres estão se desvalorizando, e os homens também estão as desvalorizando, com isso, a menina deixa de ser especial para ser qualquer uma. Com isso, que homem vai querer bancar o idiota e mandar flores para alguém que nem sequer é especial? Ainda tem isso, o medo de parecerem idiotas ao demonstrar carinho em publico. Deixem de ser machistas!
Pois é, o homem mudou demais, as mulheres também, mas um pouco de romantismo não faz a ninguém.

sábado, 8 de agosto de 2009

Pessoas; sim, pessoas.

Égua andei sumida daqui. Isso é fato. É que a minha criatividade (que já era beem pequena) desapareceu de vez. Mas sim, nesse tempo, eu li uns livros ai, e entre eles o que eu mais gostei foi o que meu menos esperava.
Um guia turístico. Esse é o tipo de livro que ele é classificado para quem nunca leu. Mas isso é uma classificação muito, mas muito genérica, afinal, de guia turístico esse livro não tem nada. Apesar de falar sobre viagens, ele é um livro que você aprende muito, e passa a ver as coisas com outros olhos.
A Fantástica Volta ao Mundo, do Zeca Camargo, é um daqueles livros que apesar de querer ler ele até o final, você não quer que ele acabe. Mostrando as diversas faces do mundo, as diversas culturas, o Zeca (virei intima já. hehe) consegue mostrar que mesmo com tantas diferenças, nós somos iguais. Sim, nós somos. Ele mostra como o mundo que é um lugar belo, há tanto sofrimento.
Eu aprendi muito com esse livro. Percebi assim como ele, que as vezes nós temos uma visão tão errada com algo, que por pouco deixamos que conhecer coisas muito boas e inesqueciveis.
O mundo é feito de pessoas, e se, as pessoas não haveria mundo, e sem pessoas não há viagem. Sim, o que mais vale a pena nas viagens não são os lugares que conhecemos, as festas que vamos, as confusões que nos metemos, mas sim as pessoas que nós conhecemos. Afinal, sem elas, não há nada, e mesmo após um bom tempo, é delas que você lembra.
O livro é cheio de novidades, você acaba conhecendo um lado diferente, que não foi mostrado na serie que levou o mesmo nome do livro, você percebe um lado diferente do Zeca Camargo. Se antes eu já gostava dele, hoje gosto ainda mais.
O único ponto negativo do livro é que no final, você morre de vontade de viajar. Se eu fosse escolher um dos lugares do livro para ir primeiramente, escolheria Espanha, o chamado "País Basco". Não pelo lugar, mas pelas pessoas.