domingo, 15 de agosto de 2010

just do it

Você pode ir mil vezes ao mesmo lugar.
Você pode ler todo dia o mesmo livro.
Você abre o olho todo dia.
Você respira todo segundo.

Mas as mil vezes serão diferentes, pois cada vez que você vai a um lugar, você descobre algo novo.
Mas você não lê todo dia o mesmo livro. Cada dia é um dia, pois a cada leitura você descobre um novo significado à historia.
Mas cada vez que você abre o olho, uma nova vida começa.

Respirar a cada segundo não significa exatamente que você está vivendo. Você é o dono da sua vida é da sua historia. Não a deixe em branco. Pegue um papel e uma caneta e escreva a sua historia.

Sonhe, mas não deixe que os sonhos sejam apenas sonhos. Por que o melhor de ter sonhos é saber que depois dele tem outros e assim por diante.
Pense, crie a aja.
Faça do substantivo vida um verbo, viva!

sábado, 31 de julho de 2010

- Do you miss something?
- I miss a friend.
- Do you miss something?
- I miss a friend.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Lindo, muito lindo.

Uma amiga me mandou este link. Vale muito a pena ler. Leia!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sim?


Vai ou fica Mano?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Um trauma paulista

As redes sociais - no caso aqui o orkut - tão muito chaaataaas. A unica coisa que ainda anima são as atualizações do povo em suas viagens de julho. Como eu não viajo, eu vejo as fotos dos outros. Mas não é isso que venho falar aqui.

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Eu acho que nunca na historia de blog (uuuuaaau, tanto tempo, não?) eu falei do meu caso com a cidade de São Paulo.
Eu tenho ótimos amigos em todo o estado paulista, mas já o meu caso com a capital... não é de amor!
Eu fui lá uma vez e fiquei três dias. O meu conhecimento de São Paulo se resume ao bairro do Morumbi, a Avenida Paulista (seria aquilo a famosa avenida? Acho que era.) e o aeroporto de Guarulhos.

Foram míseros três dias, mas que foram suficientes para criar em mim um sentimento nada legal sobre a cidade. Não gosto dela, pronto, falei.
Esse meu caso de ódio com a cidade é tão esquisito (?) que eu quase apanhei no aeroporto de Toronto ao fazer um comentário - idiota - sobre São Paulo na frente de um Paulista.

Na frente dos meus amigos paulistas, eu fazia inúmeros comentários nada legais sobre a cidade, simplesmente pelo fato de que eles também faziam de Belém. Ficar calada é que eu não ia. Mas eu não conhecia aquele paulista do aeroporto. E ele ficou com raiva mesmo. Perguntou de onde eu era e para finalizar fez um comentário sobre Belém. Ficamos quites.

O que mais me incomoda em São Paulo é justamente o seu cartão postal. A sua imensidão e seu status de metrópole nacional, latina-americana, seja lá o que for. Ela é muito grande.
Quem mora ou conhece Belém, e algum dia já foi a São Paulo, entende do que falo, pois Belém é um nada comparada a imensidão da capital paulista.

Mas eu prefiro a minha pequena Belém. Ela pelo menos não me assusta.

Se eu voltaria em São Paulo? Com certeza para rever os meus amigos.
Se eu moraria em São Paulo? Não sei.

Eu posso estar enganada com a cidade, pois a conheço muito pouco, é claro que há aspectos positivos, pois eu acredito piamente que todo lugar há algo legal de ver e conhecer, mas, São Paulo, por enquanto, é um trauma.

terça-feira, 20 de julho de 2010

?

Eu sinto falta do passado.
Eu não entendo o presente.
Eu tenho medo do futuro.